O mundo do basquete sofreu uma grande perda nesta sexta-feira (17). Morreu Oscar Schmidt.
Ele passou mal, na tarde de hoje, em sua residência, em Santana de Parnaíba/SP, ele chegou a ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana, naquela cidade, mas, já chegou sem vida. O ex-atleta tinha 68 anos.
A lenda da bola laranja deixa uma legião de fãs ao redor do globo, além de recordes e feitos que marcaram a história do esporte.
Trajetória
Conhecido como “Mão Santa”, o ex-jogador disputou cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos: Jogos Olímpicos de Moscou 1980, Jogos Olímpicos de Los Angeles 1984, Jogos Olímpicos de Seul 1988, Jogos Olímpicos de Barcelona 1992 e Jogos Olímpicos de Atlanta 1996, somando 1.093 pontos, marca que permanece imbatível na história da modalidade.
Oscar também foi o maior cestinha da história da seleção brasileira, com 7.693 pontos anotados ao longo da carreira.
Em 2011, o ex-jogador foi diagnosticado com câncer no cérebro. Em 2022, anunciou ter vencido a doença. “Ter curado o câncer para mim foi um negócio de outro planeta”, declarou em entrevista ao jornalista Alt Tabet, no UOL, em 2024.
Homenagem e Cirurgia
Na semana passada, o ícone do basquete nacional foi homenageado na parede da fama do Centro Olímpico Brasileiro no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. O ex-atleta não pôde estar presente na ocasião por motivos médicos e foi representado pelo filho, Felipe.
Oscar estava se recuperando de uma cirurgia e, quando perguntado, Felipe não entrou em detalhes ou revelou a causa do procedimento médico.
O velório e sepultamento de Oscar será reservado aos familiares "em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento".
Por Gabriel Diniz


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