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Bandidos usam nome do Real Hospital Português para golpe no WhatsApp

Uma tentativa de golpe pelo WhatsApp tem circulado entre internautas que utilizam o serviço de marcação no Laborátório de Análises Clínicas - REAL LAB - do Real Hospital Português, da Ilha do Leite, Região Central do Recife.

Através de uma conta falsa, com DDD 062, o golpista envia mensagem para o usuário cadastrado no sistema verdadeiro, informando que, localizou em seus arquivos que o último contato dele não obteve resposta. Pede desculpas e informa que todo atendimento agora se dá pelo número (81) 8584.8884.

Uma dessas tentativas aconteceu nesta sexta-feira (14), com o editor do nosso Blog, que recebeu a mensagem e achou estranho vir de um DDD diferente. Outro detalhe intrigante foi a frase escrita no recado do perfil: 8 ou 80. Porque água morna não serve nem para fazer chá.

"Muito suspeito. Uma empresa, como o Hospital Português, colocar uma frase, sem contexto, na conta comercial de seu Whatsapp. Sem falar da mensagem vir de um telefone com DDD do Estado de Goiás, quando o a unidade hospitalar se localiza em Recife", explicou Gabriel Diniz, que não cadastrou, nem interagiu para com o número informado.

Para solucionar a dúvida quanto a veracidade da mensagem, nossa equipe entrou em contato com a administração do Real Lab, do Real Hospital Português, que confirmou se tratar de um golpe. A entidade comunicou ainda, que as providências legais serão tomadas.

GOLPES CRESCERAM NA PANDEMIA

Durante a pandemia do novo coronavírus, as instituições financeiras registraram um aumento de 45 % nos casos de fraudadores que utilizam a plataforma do WhatsApp para aplicar golpes. Os hackers costumam invadir as contas do aplicativo de mensagens para pedir dinheiro às vítimas.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em nota, informou que articula para impedir que fraudadores apliquem golpes através de armadilhas criadas para obter dados, senhas e informações pessoais dos clientes ou levá-los a fazer pagamentos em benefício dos criminosos. Segundo a instituição, os bancos investem cerca de R$ 2 bilhões por ano em sistema de tecnologia voltados à segurança da informação. Além dos investimentos e das parcerias, a polícia e o poder judiciário atuam no desenvolvimento de ações de inteligência para prender quadrilhas e propor novos padrões de proteção.

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