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Morre o engenheiro e poeta Cloves Marques

Morreu nesta terça-feira(02) o engenheiro civil e poeta Cloves Marques, aos 76 anos.

Ele estava internado desde o início do ano, após contrair a Covid-19.

BIOGRAFIA

Nascido na cidade de Delmiro GOlveia/AL, em 10 de setembro de 1944, há mais de 40 anos, residia no Recife/PE. 

Formado em Engenharia Civil, fez especializações em Recursos Humanos (FGV/SP) e Comunicação, fez carreira, por várias décadas na Companhia Hidroelétrica do São Francisco - CHESF.

Fotógrafo e escritor, se diferenciava por usar os conhecimentos da matemática para fazer poesias. Inovador, foi buscar na cultura japonesa, a uma grande inspiração para os seus belos poemas.

Publicou, entre outros, Pra não Morrer de Amor (poema), É Eterno, Mas é Preciso (poema), Haicai ao Recife (Haicai), Máscara em Haicai (Ensaio, Haibum e Haicai) e 365 Haicais de Sol e Chuva (Haicai, que foi premiado, em 2005, com Menção Honrosa, pela Academia Pernambucana de Letras e pelo Conselho Municipal de Cultura do Recife). 

Tankas de Amor Amado, também recebeu Menção Honrosa, em 2006, pelo Conselho Municipal de Cultura do Recife.

Participou de diversas exposições fotográficas e de antologias. Era sócio efetivo da Academia de Letras e Artes do Nordeste e, da Academia Recifense de Letras, além de membro da UBE/PE.

Em 2008, foi entrevistado pelo jornalista Evaristo Filho, da Tv Globo, no Programa Bom Dia Pernambuco, onde falou um pouco de seu trabalho, na Coluna Jardins da Literatura.

No início de janeiro, deu entrada no Real Hospital Português, após contrair a Covid-19, mas não resistiu às complicações da doença, vindo a falecer nesta terça-feira (02).

Cloves Marques deixa esposa Tânia, 03 filhos, Cláudia, Fábio, Eduardo e netos.

A família ainda não divulgou informações sobre velório e sepultamento.

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