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BLOG DO GABRIEL DINIZ • 18 ANOS

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Label: Tecnologia

A Kodak acaba de surpreender o mercado com um lançamento que mistura nostalgia, experiência e uma boa dose de inovação. A nova Kodak Charmera chega como uma pequena revolução para quem gosta de colecionáveis e para quem sente falta da magia das antigas câmeras descartáveis. A marca resgata a essência da icônica Kodak Fling, de 1987, mas a reinventa para um público conectado, curioso e apaixonado por novidades.

Com apenas 5,5 centímetros, a Charmera é quase um pingente tecnológico, acompanhada de uma argola de chaveiro que transforma a câmera em acessório. Mas o que realmente rouba a cena é sua proposta ousada: ela só guarda duas fotos por vez. Sem cartão de memória, sem rolo de filme, sem galeria cheia. Cada clique vira um pequeno evento. O sensor CMOS de 1,6 megapixel, a lente plástica f/2,4 e os vídeos em 1440x1080 a 30 fps reforçam a estética lo-fi, entregando imagens granuladas, evocando os anos 80 e 90 — e assumindo a imperfeição como charme.

A novidade também chega com um modelo de venda que está chamando atenção: as blind boxes. A Charmera é vendida em caixas-surpresa, e o consumidor só descobre a cor ao abrir a embalagem. A estratégia, comum no universo dos colecionáveis, ganha aqui um ar de frescor, estimulando a compra repetida e criando uma conexão afetiva com o produto. São sete cores diferentes, todas pensadas para virar item de desejo.

Com preço de US$ 29,99 por unidade, ou US$ 179,94 no kit completo, a Charmera não tenta competir com câmeras robustas nem com smartphones de última geração. A Kodak aposta em algo totalmente diferente: entregar experiência, conversa e pertencimento. Em um mundo onde tudo busca perfeição, a Charmera chega para celebrar o contrário — o encanto das imperfeições.

Ainda não há previsão de chegada ao Brasil, mas o burburinho já começou. E, pelo visto, a Kodak acertou em cheio ao transformar saudade em novidade.

Por Gabriel Diniz

A Microsoft anunciou oficialmente que o Skype será descontinuado a partir de 5 de maio de 2025, encerrando uma era de 22 anos de serviço de mensagens e chamadas online. A empresa comunicou que a plataforma será substituída pelo Microsoft Teams, sua solução integrada para comunicação e colaboração corporativa e pessoal.

Os usuários do Skype poderão fazer login normalmente na versão gratuita do Teams utilizando suas contas existentes. Segundo a Microsoft, contatos e históricos de conversações serão preservados para uma transição sem perdas. No entanto, aqueles que não desejarem migrar terão até a data final para exportar seus dados.

Para esclarecer dúvidas sobre a migração, a Microsoft lançou um FAQ exclusivo e reforçou que a transição será implementada gradualmente. Inicialmente, os usuários que fazem parte do programa Teams Insider terão acesso antecipado às funcionalidades do novo serviço, com suas contas já integradas.

A partir de abril de 2025, a Microsoft deixará de oferecer novos serviços pagos do Skype, incluindo créditos e assinaturas para chamadas internacionais. Subscrições já existentes continuarão sendo renovadas automaticamente até 3 de abril de 2025. Após essa data, o Teclado de Marcação do Skype estará disponível apenas para usuários pagos via portal web e Teams Gratuito. Para quem deseja manter seu número Skype, a Microsoft recomenda a transferência para uma nova operadora.

Com essa mudança, a Microsoft reforça seu foco no Teams como sua principal plataforma de comunicação digital, substituindo um dos serviços mais icônicos da história da internet.

O Sport Club do Recife, através de sua Assessoria de Imprensa, comunicou na manhã desta segunda-feira (09) que realizará, no jogo de hoje, às 20h, contra a Ponte Preta,  testes de reconhecimento facial com uma parcela de torcedores para entrada na Ilha do Retiro. 

A iniciativa, desenvolvida pelo departamento de tecnologia da informação conjuntamente com a Imply, visa dar início, de maneira gradativa, à implementação integral do sistema biométrico de acesso nos jogos do Clube no estádio.

O objetivo do Sport com o ingresso via reconhecimento facial é ampliar a segurança dos torcedores, reduzir o tempo de passagem pelas catracas e combater o cambismo, uma vez que será necessário o uso do rosto para compra dos bilhetes, tornando-o únicos e, portanto, intransferíveis.

Os torcedores do teste desta segunda-feira já foram contactados e serão do setor das cadeiras centrais – portões 2 e 2A. Eles serão contactados pelo Clube, que colherá informações para cadastro. O Sport aproveita também para deixar claro que está em consonância com as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou nesta quinta-feira medidas para combater os aparelhos conhecidos como "TV Box", que transmitem de forma clandestina o sinal da TV por assinatura.

Esses equipamentos oferecem sinal ilegal das operadoras de TV paga por meio de aplicativos que imitam os serviços da televisão por assinatura e streaming. Segundo a agência, são entre 5 milhões a 7 milhões de aparelhos nessa situação no país.

A agência determinou o bloqueio dos equipamentos não homologados, e isso será feito por meio das prestadoras de serviço de internet nos próximos dias, afirmou a Anatel.

Além disso, as caixinhas representam um risco para os usuários porque podem ser infectados por vírus que roubam informações dos celulares aos quais são conectadas.

O presidente da agência, Carlos Baigorri, disse que serão bloqueados os servidores que transmitem o sinal para as caixas de TV pirata. Esses servidores quebram as senhas e acessam ilegalmente o conteúdo da TV, sem qualquer autorização.

IP permitirá identificação e bloqueio

Acessar a TV paga pela internet não é irregular. A irregularidade ocorre no momento em que o aparelho oferece o sinal da televisão de forma pirata, sem qualquer autorização e com acesso clandestino ao conteúdo, por aparelhos não homologados pela Anatel.

— Por meio de toda uma solução tecnológica, serão bloqueados os servidores, os computadores que distribuírem a chave para quebrar o código dos conteúdos (das TV). A ideia é não permitir a conexão entre esse servidor e esses milhões de dispositivos. Quando o consumidor perceber que aquela caixa de R$ 400 não abre nada, ele vai parar de usar e jogar fora. Isso é um grande desafio — disse Baigorri.

Aparelhos não homologados destinados à recepção de sinais de TV a cabo ou de vídeo sob demanda podem acessar conteúdos protegidos por direitos autorais, o que é crime. Tanto a comercialização quanto a utilização de produtos para telecomunicações irregulares são passíveis de sanções administrativas que podem ir de advertência a multa, além da apreensão dos equipamentos, alerta a agência.

Cada servidor tem um código próprio para o identificar na internet, chamado de IP. O que será bloqueado é o IP que for empregado no serviço pirata. O superintendente de Fiscalização da Anatel, Hermano Tercius, disse que o bloqueio será exclusivo para o equipamento não homologado e será feita de forma gradual e segura.

— Não será afetado nenhum IP que seja legítimo — afirmou.

Homologação e segurança

Os equipamentos de telecomunicações precisam de homologação da Anatel para serem comercializados e utilizados no Brasil, explica a agência. O processo de avaliação da conformidade e homologação busca garantir padrões mínimos de qualidade e segurança nos aparelhos.

A exigência da homologação tem como objetivo preservar a segurança da rede, já que os equipamentos irregulares podem ser usados para fraudar sistemas das operadoras de TV e serviços de streaming e ainda oferecer riscos aos usuários, explicou o conselheiro da Anatel Moises Moreira

O foco da Anatel são as caixinhas de TV piratas, que oferecem serviço de televisão por assinatura sem necessidade de o usuário pagar um valor periódico para um programador. Elas conseguem oferecer esse serviço porque quebram os códigos das operadoras de TV.

Isso é diferente de um equipamento homologado, oferecido pode empresas como Google e Amazon, que permitem "espelhar" o sinal do celular na televisão. Esse espelhamento depende de o usuário ter um aplicativo e uma assinatura legal, no caso da TV paga por exemplo.

O "selo" de homologado pela agência consta no aparelho e pode ter seus dados checados no site da agência.

— Para a pessoa que não tem uma assinatura de TV paga, essa caixinha vai lá, quebra o sinal e a pessoa passa a acessar. Quebra ilegalmente o código de um conteúdo protegido e tem acesso a ele de forma ilegal — disse Baigorri.

Repressão à venda

A Anatel vem fazendo operações contra essas caixinhas inclusive em armazéns de marketplace, já que os equipamentos são vendidos pela internet.

Ele alertou para o risco desse tipo de equipamento, inclusive com possibilidade de criminosos acessarem dados bancários dos usuários.

— Quando você coloca uma caixinha dessa irregular, você está colocando um inimigo na sua casa. Ele tem a capacidade de roubar todas as informações da sua rede. Todas as informações passando pelo celular ele tem capacidade de roubar. Tudo que você faz pelo celular uma pessoa pode estar olhando do outro lado. Você entra no aplicativo do banco e a senha fica exposta. Tudo que tiver naquela rede fica vulnerável.

A Anatel explicou que há diversas irregularidades nessas caixas de TV: utilização de equipamento não homologado, clandestinidade de telecomunicações, uso indevido de TVs por assinatura, prejuízo à ordem econômica e à competição, e risco à segurança cibernética.

Apreensão de aparelhos

A agência informou também que retirou de circulação mais de 1,4 milhão de TV Box ilegais. O valor estimado desses aparelhos apreendidos soma quase R$ 400 milhões.

A ação contra a pirataria faz parte do Plano de Combate ao Uso de Decodificadores Clandestinos da agência e visa coibir o uso de TVs Box não homologadas, ou seja, que não possuem certificado de conformidade de uso seguro.

A fiscalização observou a oferta desse tipo de produto pirata na internet e em feiras populares.

Associação Brasileira de Televisão por Assinatura estima que, por ano, o impacto da pirataria na TV por assinatura custe R$ 15 bilhões.

O WhatsApp liberou, nesta terça-feira (7), cinco formas de usar o status do aplicativo. Entre as novidades, está a possibilidade de selecionar quais contatos poderão ver as publicações feitas na ferramenta, uma aplicação bastante parecida com os “Melhores Amigos”, do Instagram - ambos os apps pertencentes à Meta. A plataforma também passará a deixar seus usuários reagirem com até oito emojis diferentes aos momentos compartilhados por seus contatos. 

Melhores amigos 

Assim como a conhecida ferramenta do Instagram, que permite selecionar contatos específicos para ter acesso às publicações feitas pelos usuários, o WhatsApp terá uma “seleção de público”. O recurso poderá ser ativado nas Configurações de privacidade por status, e o usuário deverá adicionar um a um os contatos permitidos. Dessa forma, a seleção de público mais recente será salva e usada como a padrão para futuras publicações.

Status de voz

Outra novidade é a possibilidade de gravar e compartilhar mensagens de voz de até 30 segundos no status do WhatsApp. A mensagem pode ser usada para enviar atualizações mais pessoais e chega como uma forma de incluir outras formas de comunicação à ferramenta. 

Reações ao status

Quem já está acostumado a reagir aos stories publicados no Instagram se sentirá familiarizado a reagir também no WhatsApp. A plataforma adicionou a possibilidade de responder rapidamente a qualquer status, deslizando para cima e tocando em um dos oito emojis disponíveis. A reação não anula  as outras formas de responder ao conteúdo publicado, que continua aberto para respostas em texto, mensagem de voz, figurinha e outros recursos.

Círculos de status no perfil para novas atualizações

Um novo círculo de status também foi adicionado ao perfil dos contatos. A atualização permite que todos os usuários do mensageiro vejam quando um contato publicar status no WhatsApp. O círculo será exibido em volta da foto do perfil do contato sempre que essa pessoa compartilhar uma atualização. Ele ficará visível nas listas de conversas e de participantes de grupos, assim como nas informações de contato.

Prévias de links no status

Este aqui é um recurso que já funcionava dentro das conversas e agora irá também para as atualizações dos status. Com a prévia dos links, toda vez que o usuário publicar um link na ferramenta, verá automaticamente uma prévia visual do conteúdo. Segundo a plataforma, as prévias visuais melhoram a aparência dos status, além de darem aos contatos uma ideia mais clara sobre o conteúdo do link antes de clicarem.

O WhatsApp afirma que essas atualizações estão sendo implementadas para os usuários do mundo inteiro, ao longo das próximas semanas. Caso o aplicativo não seja atualizado automaticamente, o usuário poderá tentar realizar a atualização de forma manual, acessando as lojas de aplicativo do seu celular, seja Google Play Store, para telefones Android, ou App Store, para iPhone. 

Por Katarina Bandeira

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