Beauty

3/Meu Recife/col-left

Technology

3/Zona Sul/col-right

Nature

2/Gastronomia/col-left

Subscribe Us

3/Entretenimento/col-left
BLOG DO GABRIEL DINIZ • 18 ANOS

Cat-1

Cat-2

Cat-3

Cat-4

Label: Saúde

O Carnaval está chegando! Nesse período, é preciso ter atenção com os olhos. Por conta da produção para a festa, com direito a muita maquiagem e até cílios de LED, alguns acidentes relacionados à visão podem acontecer. Por isso, a oftalmologista Catarina Ventura, preparou uma lista de cuidados para que a festa não termine com problemas na visão.

Catarina sugere que os cílios de LED sejam evitados, pois os objetos trazem sérios riscos de problemas mais graves durante a aglomeração. “Tem que ter cuidado com possíveis alergias e riscos de infecção. É necessário ter atenção com a higiene da pele e do aparelho. Quem tem blefarite recorrente, que é a infecção das margens das pálpebras, tem de evitar o produto”.

“Até a forma de manusear o cílio pode causar um trauma. No meio do empurra-empurra do Carnaval, o objeto pode entrar nos olhos e gerar problemas mais graves. Também vale destacar que esse material não deve ser compartilhado com outra pessoa. Por fim, não durma com esse LED ao fim da festa”, acrescentou.

Pomadas Capilares

Nos últimos anos, o tema “pomadas capilares” esteve em alta no Carnaval, mas por um motivo preocupante. Com o objetivo de fixar penteados e tranças, os foliões utilizaram o produto no meio da festa. Porém, com o suor, atingia os olhos e causavam problemas médicos, como causa visão embaçada, dor, irritação e até lesões mais sérias na córnea.

“Em Carnavais anteriores, foram registradas muitas lesões na córnea, com a necessidade de uso de medicações analgésicas, de alto potencial, além do uso de lentes de contato, para proteger da dor. Na oftalmologia, a gente utiliza esse recurso para diminuir a dor de alguns pacientes que têm lesão de córnea”, comentou a oftalmologista.

Maquiagem

A produção da maquiagem também merece atenção. A recomendação principal é sempre verificar a data de validade dos produtos antes de aplicá-los nos olhos. “Não compartilhe produtos como base, sombras, lápis e pincéis e evite o uso de itens colocados à disposição de convidados em banheiros e camarotes, por exemplo”, acrescentou.

Mais cuidados para o Carnaval

- Evite glitter e purpurina perto dos olhos
- Use óculos com proteção UVA e UVB
- Cuidado com as lentes de contato. Não manuseie-as durante a folia com as mãos sujas
- Cuidado com espumas, confetes e serpentinas
- Lubrifique os olhos

O câncer impõe uma das travessias mais difíceis da experiência humana. Ele traz dor física, desgaste emocional, medo constante e uma rotina exaustiva marcada por exames, longas esperas e tratamentos agressivos. Cada etapa exige força, paciência e, sobretudo, dignidade. Para quem vive essa realidade, gestos simples de cuidado fazem toda a diferença, assim como a ausência deles aprofunda ainda mais o sofrimento.

É nesse cenário de extrema fragilidade que se encontram os pacientes oncológicos atendidos pelo IMIP. No terceiro andar do edifício geral da instituição, a recepção do setor de oncologia tem sido alvo de queixas e indignação. O espaço destinado à espera para triagem e consulta funciona sem ar-condicionado, contando apenas com ventiladores de teto que não conseguem amenizar o calor intenso de um ambiente fechado e sem janelas.

Um paciente de 76 anos, vindo do interior do estado e que preferiu não se identificar, relata a situação com indignação e cansaço: “A maioria das pessoas que está aqui é humilde e já chega debilitada pelo tratamento. Muitos, como eu, vêm de outras cidades, enfrentando viagens longas e cansativas. Quando chegamos, em vez de alívio, encontramos um local abafado, onde o calor aumenta o enjoo, a tontura e o mal-estar. Os únicos ambientes com ar-condicionado são os consultórios”, desabafou.

O tempo de espera, que por si só já carrega ansiedade e angústia, torna-se ainda mais penoso nessas condições. O ar pesado, o suor constante e a ausência de circulação adequada transformam a recepção em mais um obstáculo para quem já luta diariamente pela própria vida. Para pacientes fragilizados, o calor deixa de ser apenas um incômodo e passa a representar sofrimento real.

Para a paciente M.L., de 61 anos, moradora de Olinda, o problema vai além da temperatura. “Não se trata de conforto supérfluo, mas de respeito. Um ar-condicionado, nesse ambiente, é uma necessidade básica de cuidado e humanidade. Isso precisa estar alinhado à missão de uma instituição reconhecida por atender a população mais vulnerável”, afirmou.

Além do calor excessivo, pacientes e acompanhantes também reclamam da falta de papel higiênico nos banheiros. Josefa Lima, acompanhante de uma paciente oncológica, classifica a situação como inadmissível. “Toda vez que vimos aqui, precisamos trazer papel de casa. Será que algo tão simples precisa ser constrangedor? Tenho certeza de que nos banheiros dos médicos e funcionários isso não falta”, protestou.

Diante de tanto desgaste físico e emocional, surge entre pacientes e acompanhantes uma reflexão inevitável: pequenas mudanças poderiam tornar essa espera menos dolorosa. A adoção de medidas simples, como a climatização adequada da recepção da oncologia e a garantia de itens básicos nos sanitários, ajudaria a reduzir o sofrimento de quem já enfrenta uma batalha tão dura. Criar um ambiente mais digno e acolhedor não elimina a dor do câncer, mas pode aliviar um peso desnecessário para aqueles que chegam ao IMIP em busca de cuidado, alívio e esperança.

Por Gabriel Diniz

Um caso revoltante registrado na Maternidade do Hospital Vasco Lucena, unidade da rede Hapvida localizada na Rua do Progresso, na Boa Vista, Região Central do Recife, reacendeu uma discussão urgente sobre higiene, segurança sanitária e respeito ao paciente. No dia 19 de novembro, apenas no segundo dia de internação de uma gestante que havia acabado de dar à luz, o café da manhã “diet” destinado à paciente diabética chegou ao quarto por volta das 5h. Dentro da bandeja: um pão seco, banana cozida, queijo… e uma barata inteira.

A cena, registrada em vídeos e fotos pelo comerciante Everaldo Silva, e divulgado no Instagram, na última quarta-feira (03), não apenas revela falha gravíssima na manipulação dos alimentos, como evidencia total falta de controle sanitário em uma área sensível de qualquer hospital, a cozinha responsável por servir pacientes debilitados, recém-nascidos e puérperas. 

O alimento contaminado foi imediatamente mostrado às enfermeiras, que acionaram a cozinha; logo após, uma nutricionista apareceu no quarto e levou o desjejum embora. Ali, restringiu-se o atendimento: um pedido de desculpas e a promessa vaga de “investigar o ocorrido”.


Mas não é suficiente. Não pode ser suficiente.

Um hospital que se propõe a cuidar de vidas, especialmente de mães e bebês, não pode operar em condições capazes de servir insetos junto com a refeição de um paciente. É, no mínimo, uma afronta à dignidade humana e uma ameaça direta à saúde, principalmente de pessoas com imunidade fragilizada.

O caso ganha contornos ainda mais graves porque se trata de um plano de saúde privado, pago mensalmente pelas famílias que acreditam estar investindo em segurança, conforto e atendimento qualificado. O acompanhante da paciente foi claro: “É um plano de saúde pago! Observem tudo, não baixem a cabeça.” A família afirma que irá judicializar o caso para que outras pessoas não passem pelo mesmo constrangimento e risco.

Enquanto isso, o episódio acende um alerta importante sobre a necessidade de rigor no controle sanitário e na gestão de unidades hospitalares. Casos envolvendo contaminação de alimentos em ambientes de saúde, especialmente em setores que atendem puérperas e recém-nascidos, exigem apuração detalhada e a adoção de medidas preventivas. A expectativa é de que o hospital e os órgãos competentes esclareçam o ocorrido e adotem providências que garantam a segurança e o bem-estar dos pacientes.

Vasco Lucena divulga nota


Em nota, o hospital afirmou que adota protocolos rigorosos de higiene e segurança alimentar, seguindo integralmente as normas dos órgãos reguladores. Segundo a unidade, a equipe responsável inclui profissionais de nutrição, supervisão técnica e monitoramento contínuo.

A instituição informou ainda que, assim que foi comunicada sobre o caso, iniciou uma inspeção completa em todas as áreas, com atenção especial ao setor de armazenamento de alimentos, não tendo sido identificada qualquer irregularidade. O hospital acrescentou que o fornecedor do pão foi notificado e que a situação está sendo tratada com transparência e responsabilidade.

Por Gabriel Diniz

Há 17 anos, a vida de Yoko Farias Sugimoto, hoje com 41 anos, tomou um rumo inesperado e doloroso. Em julho de 2008, quando tinha apenas 20 anos, trabalhava como monitora em um parque dentro do Plaza Shopping, em Casa Forte, Zona Norte do Recife. Durante o expediente, enquanto descansava sentada à beira de uma cama elástica, uma colega caiu sobre seu pescoço. O impacto foi devastador: fratura na vértebra cervical, perda imediata dos movimentos e o diagnóstico de tetraplegia.

Naquele dia, Yoko viu seu corpo parar, mas não a sua vontade de viver. Ela fazia bicos para pagar a faculdade de Relações Públicas e sonhava em trilhar uma vida independente. O acidente, no entanto, transformou a rotina da jovem em um desafio constante. A partir dali, cuidados redobrados, internações prolongadas e o peso de uma nova realidade fizeram parte da sua vida.

O apoio familiar também sofreu abalos. Seu pai, que morava no Japão, retornou ao Brasil para ajudá-la, mas faleceu anos depois, vítima de um infarto. Antes disso, Yoko já havia perdido a mãe para o câncer, aos 14 anos, e mais tarde também a avó, que havia sido seu principal amparo. “Minha vida virou de cabeça para baixo no momento em que eu tentava me tornar independente. Eu estava estudando, sonhando com uma profissão, mas tudo foi interrompido”, lembra.

Mesmo diante da dor e da ausência de indenização pelo acidente, Yoko não se entregou. Passou por internações, fez tratamento experimental com células-tronco na China, buscou alternativas para recuperar parte da mobilidade. Conseguiu avanços mínimos na sensibilidade, mas não reverteu a tetraplegia. Ainda assim, nunca se arrependeu. “Era uma pontinha de esperança que eu tinha. Faria tudo de novo”, afirma.

Determinação foi a palavra que passou a guiar sua trajetória. Com esforço, Yoko concluiu o curso tecnológico em Produção de Eventos e trabalhou na Superintendência Estadual de Apoio à Pessoa com Deficiência. A rotina, porém, não foi fácil. “Pegava dois ônibus e às vezes metrô para chegar ao trabalho. Os elevadores quebrados, motoristas despreparados, tudo dificultava. Pedi demissão porque era muito desgastante”, recorda.

Mesmo diante de tantos obstáculos, ela voltou a sonhar. Concluiu recentemente a graduação em Análise de Sistemas, mesmo com as limitações motoras nos braços, que dificultam até a escrita. Vivia com o benefício de prestação continuada (BPC), mas se dedicava a estudar para concursos e a buscar formas de empreender. Até que, em abril deste ano, um novo baque surgiu: o diagnóstico de câncer de mama.

A descoberta aconteceu no dia do seu aniversário, durante exames de rotina. O choque não foi apenas pelo tumor, mas pela constatação de que a rede de saúde não está preparada para acolher mulheres com deficiência. “Tanto quanto lidar com a doença, é devastador perceber que o sistema não enxerga que corpos como o meu também adoecem. Encontrar um mamógrafo acessível é quase tão raro quanto ganhar na loteria”, desabafa.

Atualmente, Yoko já passou por três sessões de quimioterapia e segue na metade do tratamento. Em breve, realizará novos exames para avaliar a resposta do tumor. Os médicos acreditam que será necessária a retirada da mama. Entre os desafios físicos e emocionais, ela se apoia na força dos amigos e em campanhas de solidariedade, como uma vaquinha virtual que ajuda a custear as despesas do tratamento.

Nas redes sociais, Yoko compartilha sua rotina, fala sobre inclusão e dá voz a pessoas com deficiência que, como ela, enfrentam o descaso do sistema. “Sei como é ser ignorada e considerada incapaz, por isso decidi mostrar que as adversidades existem, mas não me paralisam”, diz.

A história de Yoko é marcada por perdas, dor e injustiça, mas também por resiliência e coragem. Aos que a acompanham, sua luta é uma prova viva de que a vida pode tentar calar os sonhos, mas jamais consegue silenciar a esperança.

E se a caminhada de Yoko tem sido possível mesmo diante de tantas tempestades, muito se deve ao companheirismo inabalável de sua amiga Merinha, que, ao lado dela, cumpre uma promessa feita ao pai de jovem, no momento de sua partida: cuidar dela para sempre. Até hoje, Merinha segue sendo sua fortaleza diária, lembrando que o amor e a amizade verdadeira são forças que nenhum infortúnio pode destruir.

Para quem deseja contribuir e ajudar Yoko nesta nova batalha, ela conta com um canal de doações financeiras por meio de uma vaquinha virtual.

SERVIÇO

Link para ajudar no tratamento de YOKO FARIAS
https://voaa.me/yoko?utm_source=instagram&utm_medium=bio

Por Gabriel Diniz

A atriz e apresentadora Fernanda Rodrigues, conhecida pelo papel de Bia em A Viagem, compartilhou nesta segunda-feira (18), em suas redes sociais, que o carcinoma basocelular retirado no fim de 2024 voltou a se manifestar. Aos 45 anos, ela afirmou que terá de iniciar um novo tratamento.

Fernanda relatou que, em 2023, percebeu uma mancha em sua testa. No final do ano seguinte, anunciou em vídeo publicado nas redes sociais que havia feito a remoção do carcinoma e acreditava estar livre da doença. Porém, no vídeo desta segunda-feira, contou que a lesão retornou.

Com serenidade, a atriz disse que encarará o processo com naturalidade. “Vida que segue”, declarou, lembrando que conhece pessoas que já passaram por cinco ou seis cirurgias semelhantes.

Ela aproveitou o momento para alertar seus seguidores:

— “Se você sentir que tem uma coisinha diferente, uma manchinha, uma pintinha, uma ferida que não é comum, fale com seu médico ou com sua dermatologista. Agir rapidamente faz com que a gente resolva mais rápido o problema”, ressaltou, reforçando que está bem.

O que é o carcinoma basocelular?

O carcinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele. Trata-se de um tumor maligno originado nas células basais, localizadas na camada mais profunda da epiderme. Seu crescimento é lento, geralmente em forma de mancha, e apresenta baixíssima chance de metástase.

De acordo com o Dr. Henrique Marques, o carcinoma costuma afetar pessoas de pele clara, principalmente acima dos 50 anos. No entanto, sua incidência vem aumentando devido à maior exposição solar. Apesar de frequente, tem baixo índice de mortalidade.

O médico explica ainda que o carcinoma se apresenta como uma lesão brilhante que não cicatriza, com crescimento lento, podendo infiltrar-se em tecidos mais profundos. O diagnóstico é feito por meio de exame dermatoscópico e biópsia.

O tratamento indicado, na maioria dos casos, é a cirurgia micrográfica de Mohs, técnica que garante maior precisão na remoção. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações.

Perform

video

Feature

Cat-5

Cat-6