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Label: Entretenimento
Há artistas que não apenas atravessam o tempo, eles iluminam o caminho. Na noite deste sábado (11), o Teatro Guararapes foi tomado por essa luz suave e nostálgica no reencontro entre Guilherme Arantes e o público pernambucano. O show da turnê nacional “50 Anos-Luz” celebrou não apenas cinco décadas de carreira, mas uma vida inteira traduzida em melodias que embalaram sonhos, amores e lembranças.
O artista paulista, de 72 anos, retornou aos palcos após um hiato iniciado em 2024, período em que mergulhou em novos projetos e emoções, incluindo a gravação intimista de “Meu Mundo e Nada Mais”, ao lado de Alaíde Costa, e a produção de seu mais recente álbum, “Interdimensional”, lançado este ano. O reencontro com o público pernambucano foi mais que um show. Foi um abraço coletivo embalado pela memória afetiva de gerações.
Bastaram os primeiros acordes de “Amanhã” para que a plateia entendesse que a noite seria especial. A canção que abriu o espetáculo surgiu como um sopro de nostalgia, arrancando aplausos e coro emocionado logo nos primeiros minutos. Dali em diante, o Teatro Guararapes se transformou em um grande coral, onde cada verso parecia encontrar eco nos corações presentes.
O roteiro do show foi um delicado passeio pelas fases da carreira do artista, reunindo sucessos como “Planeta Água”, “Cheia de Charme” e outras canções que atravessaram décadas sem perder a força. Entre clássicos e músicas mais recentes, Guilherme Arantes conduziu o público por uma viagem no tempo, marcada por lembranças, sorrisos e olhos marejados.
O público pernambucano foi ao delírio. A cada música, aplausos longos, vozes emocionadas e aquela sensação rara de que o tempo havia parado por algumas horas. Quando parecia que a noite chegava ao fim, o artista retornou ao palco para o aguardado bis.
Foi então que os primeiros acordes de “Lindo Balão Azul” surgiram como um presente inesperado, levando o teatro inteiro a cantar junto, como crianças reencontrando a própria memória. A plateia, em êxtase, acompanhou cada palavra, transformando o encerramento em um momento mágico e coletivo.
Ao final, ficou a sensação de que não foi apenas um show. Foi uma noite iluminada por cinquenta anos de história, emoção e poesia, dessas que permanecem ecoando na memória, mesmo depois que as luzes se apagam.
Por Gabriel Diniz
Neste sábado (11), quando o relógio marcar 19h, Piedade será tomada por uma nostalgia que atravessa gerações. O The Garden Open Mall se transforma em palco de memórias, onde vozes, acordes e sentimentos se encontram para celebrar aquilo que o tempo jamais conseguiu apagar: a poesia do rock nacional.
O espetáculo “Tributo Legião e Renato Russo”, apresentado pela banda Legião Urbana Cover Recife, não é apenas um show. É um convite para voltar no tempo, para reencontrar histórias guardadas em fitas cassete, em rádios antigas, em amores que nasceram ao som de versos eternos. A entrada é gratuita, mas a emoção promete ser incalculável.
E será a segunda vez que a banda emociona o bairro neste fim de semana. Na noite de ontem (10), eles já haviam aquecido os corações no BurguerLand, festival de hambúrguer realizado no Shopping Guararapes, onde acordes e lembranças se misturaram ao aroma dos encontros e ao sabor das memórias. Agora, retornam a Piedade como quem prolonga uma conversa bonita que começou ontem e ainda não quer terminar.
Canções como “Tempo Perdido”, “Pais e Filhos”, “Será” e “Faroeste Caboclo” ecoarão como cartas abertas ao coração. Cada acorde carregará lembranças, cada verso despertará sentimentos adormecidos. Será uma noite para quem viveu essas músicas e também para quem as descobriu depois, como herança afetiva passada de geração em geração.
Trajetória
A banda nasceu em 2018, do reencontro de quatro amigos que, após quinze anos, perceberam que a paixão pela Legião Urbana continuava intacta. Como quem revisita um velho álbum de fotografias, decidiram transformar saudade em som. Foram dois anos de dedicação silenciosa, lapidando cada detalhe, buscando não apenas reproduzir notas, mas reviver a alma da banda original.
Em 2020, com a chegada de um tecladista, o projeto ganhou novos contornos, mais textura, mais emoção. Hoje, a Legião Urbana Cover Recife é reconhecida como um dos tributos mais fiéis do Norte-Nordeste, carregando consigo a responsabilidade de manter viva uma obra que nunca deixou de respirar.
A expectativa é de casa cheia. Não apenas de pessoas, mas de histórias. Porque quando a música começa, o tempo para. E, por algumas horas, Renato Russo volta a cantar nas memórias, nos corações e nas vozes de quem ainda encontra, em suas letras, um pedaço de si.
Serviço
Tributo Legião e Renato Russo com Legião Urbana Cover Recife
The Garden Open Mall
Av. Bernardo Vieira de Melo, 209, Piedade.
Sábado • 19h
Entrada Gratuita
Por Gabriel Diniz
O cair da noite desta sexta (27) deslizou lento sobre o Recife Antigo, como se as horas fossem encaixadas com delicadeza numa engrenagem esquecida de recordações. No palco do Rock & Ribs, não se viam apenas guitarras e microfones, respiravam ali fragmentos de vidas, narrativas inteiras, ecos de uma geração disposta a revisitar o que já foi eterno.
A celebração do nascimento de Renato Russo acontecia como um rito íntimo, desses que não precisam de chama visível para iluminar. Quando a Legião Urbana Cover Recife surgiu, com Dido, Leo Magnum, Wagner Arcelino e Moacir Júnior, ficou claro: não seria apenas música. Seria deslocamento no tempo. Um mergulho.
Os acordes iniciais brotaram como quem abre antigas gavetas da alma. As sensações se alinharam sem esforço, quase por instinto, e os semblantes ganharam brilho próprio. Alguns se recolheram em si, olhos cerrados; outros sussurravam versos, como quem teme quebrar o encanto. Ainda no início, e já se percebia, algo atravessava o ar, tocando cada presença com leve insistência.
De repente, tudo suspendeu. Ou talvez tenha regressado. Quando certas notas preencheram o espaço, compreendeu-se: nada se perde quando permanece dentro. As vozes se entrelaçaram, formando um coro manso, como um exército de lembranças caminhando em harmonia, protegendo aquilo que nem os anos conseguiram dissolver.
Havia também aquele desconforto bonito, típico de quem já quis transformar o mundo. Um sopro inquieto, jovem, pulsante. A plateia entoava como quem ainda guarda fé, nem que seja apenas na possibilidade de reviver dias em que o impossível parecia próximo demais.
Entre uma canção e outra, surgiram gestos silenciosos: braços que se encontravam, olhares lançados ao alto em busca de algo antigo, quase esquecido. Alguns apenas escutavam, mergulhados em si, tocando origens invisíveis onde a saudade deixa de doer e passa a ensinar.
Quando a dúvida ecoou no ar, espalhando-se entre as construções antigas, que ali rodeiam, ninguém ousou responder. Não havia necessidade. Sentir bastava. Cantar bastava. Estar ali bastava.
A noite avançou nesse balanço entre certezas e perguntas, até que uma inquietação coletiva tomou forma mais uma vez, forte, firme, atravessando décadas sem perder o fôlego, como se o tempo não tivesse autoridade sobre ela.
Ao fim, restou um silêncio raro, não vazio, mas pleno. Um silêncio desenhado por acordes, memórias e emoções entrelaçadas.
E assim, nesta noite, o Rock & Ribs deixou de ser apenas um lugar. Tornou-se passagem. E Renato Russo, mesmo distante, parecia circular entre todos.
E há noites que se recusam a partir.
Por Gabriel Diniz
Uma comédia teatral aporta em Recife pela primeira vez no Teatro do Parque, às 19h, no dia 28 de março (sábado), estrelada por Bianca Rinaldi e Rodrigo Phavenello, mergulha no relacionamento de Tânia Mara e Luís Alberto ao longo de vinte anos de casamento. Casa, Comida e Alma lavada é dividida em episódios, que conduz o público por diferentes fases da vida a dois, do namoro cheio de expectativas ao cotidiano do casamento, revelando, com muito humor e identificação, os altos e baixos dessa jornada compartilhada.
A narrativa alterna os pontos de vista feminino e masculino, expondo situações comuns do dia a dia, manias, frustrações e afetos que atravessam a convivência de um casal. Com diálogos diretos com a plateia, Tânia Mara e Luís Alberto compartilham pensamentos que muitas vezes ficam guardados, e que o público reconhece imediatamente como seus.
O espetáculo começa nos tempos de namoro, quando tudo parece encantador. Com o passar dos anos, pequenas peculiaridades (como o hábito de dormir de meia preta), passam a ganhar novos significados, revelando as transformações naturais de uma relação construída ao longo do tempo.
Casa, Comida e Alma lavada
28 de março (sábado) • 19h • Teatro do Parque – Recife/PE
Valor do ingresso: R$ 140,00 (Inteira) | R$ 70,00 (Meia-entrada)
Ingresso Social disponível com 40% de desconto da inteira
(Mediante a doação de 1kg de alimento não perecível)
Vendas antecipadas no site SYMPLA
e na bilheteria do teatro, no dia do espetáculo (com 1h de antecedência)
Classificação etária: 12 anos
Duração: 60 minutos.
*Apresentação Acessível em Libras (Lado esquerdo do palco - @cmlibras)
Maiores informações: 81 9.8463-8388
O elenco conta com talentosos e premiados atores do humor nacional, que dão vida a mais de 20 personagens, explorando as situações engraçadas do cotidiano. Com destaque para o pernambucano Flávio Andradde, considerado um dos maiores nomes do stand-up comedy no Brasil. Além de Filipe Enndrio, Múcio Eduardo e Toninho Miranda.
Quem nunca passou horas nas redes sociais, ou então pegou um transporte público lotado na volta do trabalho? Já parou para pensar o que se passa no dia a dia de médico trabalhando em um hospital da rede pública de saúde, e como será a vida de um motorista de ônibus? Esses são alguns dos temas abordados durante o espetáculo.
Projeções de vídeos, luzes e trilhas sonoras conduzem o público dentro desses cenários, aumentando ainda mais a identificação com as histórias apresentadas.
Comediano é um retrato hilário da vida real, e após 10 anos, o espetáculo premiado retorna com força total, prometendo uma noite repleta de boas gargalhadas e momentos inesquecíveis. Prepare-se para uma verdadeira celebração do humor que cativa pela identificação e leveza das situações do dia a dia.
SERVIÇO
Ingressos: R$ 80,00 (inteira) | R$40,00 (meia) | R$ 50,00 (ingresso social) + 1Kl de alimento não perecível.
Vendas: Antecipadas no site Sympla e na bilheteria do Teatro, no dia do espetáculo com 1h de antecedência.
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